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Cintas de Elevação & Norma

As cintas de elevação são equipamentos utilizados em operações de movimentação e içamento de cargas, desenvolvidas para substituir cabos de aço e correntes em diversas aplicações. Fabricadas, em sua maioria, com fibras sintéticas de alta resistência (poliéster, poliamida ou polipropileno), elas oferecem leveza, flexibilidade, alta capacidade de carga e não danificam as superfícies dos materiais transportados.

Esses acessórios se destacam por proporcionarem segurança, praticidade e durabilidade, além de apresentarem baixa elasticidade, o que garante maior controle na movimentação. São comumente aplicadas em setores como construção civil, indústria metalúrgica, logística, portos e transportadoras.

No Brasil, o uso das cintas de elevação deve seguir as exigências da ABNT NBR 15637, que estabelece os requisitos mínimos para fabricação, ensaios, inspeção, marcação, utilização e descarte desses equipamentos. A norma tem como objetivo padronizar critérios de qualidade e segurança, assegurando que o produto ofereça desempenho confiável durante todo o seu ciclo de vida.

  • NBR 15637-1:2023 – Requisitos de segurança para cintas têxteis planas com ou sem acessórios de elevação de cargas.
  • NBR 15637-2:2023 – Requisitos de segurança para cintas têxteis tubulares de fibras químicas para elevação de cargas.
  • NBR 15637-3:2023 – Foi incluída na norma esses requisitos de segurança para cintas tubulares com cordões de fios sintéticos de ultra-ultra tenacidade de fibras químicas para elevação de cargas.

   Principais exigências da norma:

  • Identificação obrigatória: cada cinta deve possuir etiqueta legível e resistente, com informações como carga máxima de trabalho (WLL), comprimento, ângulos de uso, fabricante e número de série.
  • Fator de segurança: a norma estabelece um FS mínimo de 7:1, ou seja, a cinta deve suportar sete vezes o valor da sua carga nominal para ser aprovada.
  • Critérios de inspeção: o usuário deve realizar inspeções antes de cada utilização e inspeções periódicas formais, avaliando cortes, desgaste por abrasão, ataque químico, danos nas costuras ou deformações.
  • Critérios de descarte: cintas que apresentem avarias ou com etiquetas ilegíveis devem ser imediatamente retiradas de operação.
  • Marcação por cores: cada capacidade nominal corresponde a uma cor padronizada (ex.: violeta 1 ton, verde 2 ton, amarela 3 ton, etc.), o que facilita a rápida identificação em campo.

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